
Elizabeth II em visita a Uganda, na África.
A primeira coisa que chama a atenção na foto é o encantamento manifesto do menino negro. Ele está literalmente extasiado de admiração para com a Rainha. Eu diria mais, ele está tomado de uma verdadeira devoção para com a soberana a qual por sua vez, com sua característica dignidade majestade, por trás do vidro de um veículo de máxima categoria, parece estar dentro de um escrínio ou relicário. Dir-se-ia que ela se encontra numa outra realidade quase celeste e ele aqui neste vale de lágrimas.
No entanto ele olha para ela e não se compara, não a inveja, nem tem vontade de tomar seu lugar e inverter a cena.
Para ódio dos socialistas e comunistas – ateus ou religiosos, não importa – percebe-se, sem que se veja a fisionomia, que o menino está experimentando um momento de imensa felicidade. Ele está sentindo o que ele é exatamente e sabe o que a Rainha é. Ela, a partir da superioridade de sua alta condição, olha para o menino, também feliz com a grande alegria que dele irradia.
A Rainha enche a alma do menino de elevação e ele enche a alma da Rainha de enternecimento protetor.
Entre duas pessoas iguais isso não se daria nesse grau. Esse céu na terra é fruto da desigualdade justa, onde a alma inocente não se rebaixa abrindo as portas à inveja, mas consegue saborear outros valores muito mais nobres, muito mais elevados, que preparam para o encontro com Deus no final da vida e para a eternidade gloriosa. Para elas esta é a verdadeira riqueza.
A primeira coisa que chama a atenção na foto é o encantamento manifesto do menino negro. Ele está literalmente extasiado de admiração para com a Rainha. Eu diria mais, ele está tomado de uma verdadeira devoção para com a soberana a qual por sua vez, com sua característica dignidade majestade, por trás do vidro de um veículo de máxima categoria, parece estar dentro de um escrínio ou relicário. Dir-se-ia que ela se encontra numa outra realidade quase celeste e ele aqui neste vale de lágrimas.
No entanto ele olha para ela e não se compara, não a inveja, nem tem vontade de tomar seu lugar e inverter a cena.
Para ódio dos socialistas e comunistas – ateus ou religiosos, não importa – percebe-se, sem que se veja a fisionomia, que o menino está experimentando um momento de imensa felicidade. Ele está sentindo o que ele é exatamente e sabe o que a Rainha é. Ela, a partir da superioridade de sua alta condição, olha para o menino, também feliz com a grande alegria que dele irradia.
A Rainha enche a alma do menino de elevação e ele enche a alma da Rainha de enternecimento protetor.
Entre duas pessoas iguais isso não se daria nesse grau. Esse céu na terra é fruto da desigualdade justa, onde a alma inocente não se rebaixa abrindo as portas à inveja, mas consegue saborear outros valores muito mais nobres, muito mais elevados, que preparam para o encontro com Deus no final da vida e para a eternidade gloriosa. Para elas esta é a verdadeira riqueza.
Já da foto do Che Guevara o comentário é o oposto. Ele tem a mística da revolta, da inveja, do ódio feroz contra tudo o que lhe é superior. Pessoa prestigiada ao máximo pela mídia e pelas esquerdas atéias e "católicas".
No entanto sua fisionomia é um poço de tristeza, de amargura e de frieza mortal. Ele não tem, nem de longe, a alegria leve, profunda e contagiante do menino negro, tão superior espiritualmente. Che tinha a fisionomia de um atormentado. Feliz menino negro!