quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Em Defesa da Honra da Santíssima Virgem
domingo, 30 de setembro de 2012
A revista Placar não encontrou outra maneira de ilustrar um fato envolvendo o jogador de futebol Neymar do que substituir, na imagem de Nosso Senhor crucificado, a cabeça do Redentor pela do jogador.
Embora a CNBB tenha protestado, o fez muito fracamente. E a revista pediu desculpas “a quem se sentiu ofendido”; mais cínica não podia ser.
Os católicos têm o dever de repudiar esse fato com uma fortíssima indignação, caso contrário ficará patente uma grande falta de amor a Nosso Senhor.
Porém há outro aspecto que precisa estar presente: estamos entrando num período de perseguição religiosa explícita, que acarretará seríssimas consequências caso, nós católicos, não reajamos à altura.
Não me refiro à indignação fanática e descabelada dos muçulmanos, mas à reação ponderada, séria, profunda e eficaz como, por exemplo, nos ensinou Nosso Senhor em Sua vida na terra.
As blasfêmias se multiplicam e nada acontece aos fautores. Coincidência?
Não seria razoável que a revista Placar fosse obrigada a fazer um desagravo a Nosso Senhor?
Por exemplo, estampar em sua capa um belíssimo crucifixo com a manchete:
Tende piedade de nós Senhor, porque pecamos contra Vós!
Seria justo.
Para com Aquele que faz e continuará a fazer Justiça com todos os homens...
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Ante a perda da terceira parte do rebanho católico
Os católicos que realmente levam a sério a prática da Religião, receberam com imensa consternação a notícia da diminuição gigantesca de irmãos na Fé. O último censo apontou uma redução, em 50 anos, de praticamente um terço dos católicos no Brasil! Talvez já não sejamos mais o maior país católico do mundo.
Tal consternação se justifica principalmente pelo fato de que a Santa Igreja Católica Apostólica Romana ensina que fora d’Ela não há salvação. Esta verdade está inteiramente clara no Símbolo dos Apóstolos ou Credo: Credo in Unam Sanctam Catholicam et Apostolicam Ecclesiam. Creio na Igreja Una Santa Católica e Apostólica.
Ensina o Catecismo da Igreja Católica: “Fora da Igreja não há salvação: Como deve entender-se esta afirmação, tantas vezes repetida pelos Padres da Igreja? Formulada de modo positivo, significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça pela Igreja que é o seu Corpo” (Parágrafo 846).
Portanto, a coerência de tal ensinamento nos leva à triste convicção de que as almas que rompem com a Igreja Católica, caso não se arrependam, correm sério risco de condenação eterna. Não nos esqueçamos, aliás, que Nossa Senhora quis confirmar a existência do inferno e a condenação das almas mostrando-o aos pastorinhos em Fátima, a 13 de julho de 1917.
Há, entretanto, outro fator preponderante para a consternação dos nossos; é o fato de os católicos estarem abandonando a Igreja por causa de uma força centrífuga autodemolidora, instalada no próprio seio d’Ela, conforme já apontou o Papa Paulo VI em dezembro de 1968.
Nossa Santa Religião está encharcada de elementos que a desfiguram inescrupulosamente vinte e quatro horas por dia, propulsionando assim, direta ou indiretamente, para a apostasia, as almas que buscam a autêntica espiritualidade da Igreja Católica.
Frustradas dentro da Igreja, decepcionadas com uma quantidade não pequena de pastores mal orientados, sentindo-se repelidas por suas apetências coerentes com a Fé, acabam se excluindo, cheias de perplexidades, em razão de sua consciência duramente violentada. Não as justificamos, estamos apenas descrevendo o fenômeno. Caberia permanecer na Igreja em estado de resistência contra os maus católicos. Mas é inegável que essas almas têm essas atenuantes.
Basta viajar pelo interior do Brasil para deparar com uma quantidade incontável de escândalos morais, litúrgicos e doutrinários que transudam numa incontável quantidade de paróquias. Fiéis perplexos, desorientados, vazios, se dispersam, como ovelhas desgarradas pelos campos, à mercê dos lobos espertos que logo as acediam com suas charlatanices, heresias e marketing pseudoreligioso.
Pobres almas remidas por Nosso Senhor Jesus Cristo. Quem tem pena delas?
Quantas autoridades religiosas só tratam de assuntos materiais e temporais, dir-se-ia que perderam a Fé. Dão palpites a propósito de tudo o que não lhes diz respeito, apoiando reivindicações sociais sempre voltadas para a esquerda, muitas vezes contrárias à doutrina e à moral da Santa Igreja; enquanto as almas se desviam aos borbotões. “Pelos seus frutos vós os conhecereis” diz São Mateus, e os frutos aí estão. Uma diminuição enorme de católicos.
Apesar dos números reveladores e das evidências, a obstinação em caminhar pelas vias do “progressismo”, da teologia da libertação, de práticas inspiradas no protestantismo pentecostal etc., é determinada.
Será por um consciente espírito autodemolidor?
Para dar um exemplo que endossa essas considerações, a má vontade e incompreensão que sofrem vários sacerdotes desejosos de, apoiados no Motu Próprio de Bento XVI, celebrarem a Missa Tridentina.
Há sacerdotes relegados , por causa disso, a celebrar fora das cidades, em sítios distantes, em condições materiais precárias, em sensível pobreza. Outros vivem numa perpétua insegurança sobre o que lhes pode acontecer, pelo fato de serem conservadores, desejarem celebrar o ritual tradicional e usarem batina.
Não faltam bispos que colocam toda sorte de dificuldades para permitir a celebração da Missa tradicional, que, não obstante, ganha cada vez mais adeptos.
Não será que essa tendência conservadora pode começar a recuperar o terreno perdido? Por que não favorece-la mais?
Além disso, respeitáveis senhoras são ridicularizadas publicamente até por sacerdotes durante as missas, por se apresentarem de véu para comungar. Ao mesmo tempo, moças indecorosamente vestidas recebem livremente a comunhão.
A outros se lhes nega a absolvição pelo fato de se confessarem conforme aprenderam no catecismo e não - para usar uma expressão utilizada por alguns confessores – segundo a “moda atual” de confissão na Igreja, que mais parece “um papo” do que uma acusação dos pecados.
Chegamos ao ponto de sacerdotes afirmarem publicamente: “Aqui o Papa não manda nada” etc... Conheço testemunhas de todos esses fatos.
Enquanto isso, as almas vão se esfriando, apagando, se retirando, abandonando nossa Santa Igreja. Contudo, para muitos clérigos, este fato parece não causar dor nenhuma. Continuam sua marcha demolidora da Igreja e mortal para as almas.
Serão eles realmente pastores? Aqueles que, segundo Nosso Senhor, dão a vida pelas suas ovelhas? Ou serão lobos com pele de ovelha, o sal que não salga? A pergunta fica colocada.
Imagino quanto esta situação faz sofrer os autênticos pastores de Nosso Senhor!
Em qualquer caso, independente de quantos o traiam, certíssimo é que Nosso Senhor é a cabeça da Igreja, e que Esta constitui Seu Corpo Místico. A parte humana da Igreja é sujeita a erros, mas o seu caráter divino e infalível é inatingível pela conspurcação dos seus inimigos, especialmente dos que, a partir de dentro A traem – de acordo com a constatação de Paulo VI lembrada acima.
Conforme prometeu Nosso Senhor, “as portas do Inferno não prevalecerão contra Ela”; portanto, a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, a única Igreja verdadeira do único Deus verdadeiro, vencerá a todos que lutam contra Ela. Sejam eles quem e quantos forem.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Quanto duas esculturas “falam”!
Uma é a de um grande e belo cervo que, atacado por várias feras, vai se vergando majestosamente extenuado, mas sem perder o ânimo. É o símbolo do Brasil cristão, cercado de todos os lados pelos inimigos da Fé, de suas tradições cristãs, da altivez que lhe vem da Cruz que do alto do céu o ilumina, simbolizada pelo Cruzeiro do Sul, que lhe vem de Sua Rainha e Padroeira, Nossa Senhora Aparecida. – A este Brasil, maior país católico do mundo, poderosas forças anticristãs querem eliminar do panorama.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
A Garça e o Idealista, simbolismo magnífico!
Em outras épocas, relembrar esta verdade ao iniciar um artigo, seria uma banalidade antipática, uma vez que, para o comum das pessoas, era evidente a prevalência dos valores espirituais sobre os materiais, os físicos.
Lamentavelmente, em nossos dias, tornou-se necessário lembrar o óbvio, uma vez que o óbvio já deixou de ser óbvio em muitos aspectos. Poder-se-ia até se perguntar se essa cegueira para com o óbvio não mereceria ser qualificada de loucura.
Outrora era óbvio que o idealismo era um valor. O idealista era uma pessoa que almejava algo que estava acima dele e era mais do que ele, a que ele se dedicava com um amor maior do que aquele que tinha por seus interesses meramente pessoais. Evidentemente para ser autêntico tinha que ser um idealismo afim com Deus.
Atualmente, em consequência da liquidação de valores que domina o mundo, o idealista vai se tornando cada vez mais raro. O comum das pessoas vai se tornando cada vez mais materialistas e menos espirituais; por isso um esportista é muito mais valorizado do que um intelectual, por exemplo.
No texto que ofereço aos meus leitores, de autoria de Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, - para quem o conheceu pessoalmente e a sua história -, talvez o maior idealista do século XX, o equilíbrio que rege o verdadeiro idealista está muito bem expresso nas considerações em torno da garça. Comprovem:
“Há um bicho que sempre me encantou, e ao mesmo tempo me deixou meio desconcertado: a garça.
“Em primeiro lugar, por causa daquela cor branca nívea, que me agradava muito. Depois, aquela construção, se assim se pode dizer, pela qual a garça tem aquele pelote branco, de onde sai um pescoço delicado e elegantemente torneado, com uma cabecinha para ter olhos e narinas e um bico muito grande, dando a impressão de capacidade de captar, de prever e agir à distância. E tudo sobre duas perninhas muito fininhas. À primeira vista tem-se a impressão de que flutua no ar, e que a garça não está pisando em nada. Só se percebe que ela se move numa ocasião, quando num passo elegante, com aquelas pernas compridas, abre a pata de palmípede e marcha. Ela anda com tanta finura e autoridade, no minúsculo território onde ela é rainha, que dá gosto, a quem aprecia o princípio da autoridade, ver a garça mover-se.
“Se ela fosse capaz de pensar, faria um raciocínio assim: “Que vida eu levo! Tenho pernas tão frágeis, que qualquer coisa me quebra. Sou feita para andar no meio dos pântanos e para encontrar minha comida nos vermes que todo mundo reputa sujeira. Eu sou, na minha brancura nívea, uma coletora de insetos. Meu bico tão comprido, tão seletivo, tão exigente, é um captador de coisinhas, vermículos e porcarias. Que vida eu levo!”
“Como ela deveria achar triste a sua vida.
“Em determinado momento, algum instinto se move nela, ela abre suas asas e voa. Adeus, pântanos! Adeus, insetos! Ela também tem o ar. Além de tudo ela tem as vastidões, o sol que bate nas suas asas e a torna rutilante como se fosse feita de neve. Ela corta o ar com um vôo muito mais elegante do que a elegância de seus passos, e ela vive os seus grandes dias.
“Assim são também os homens idealistas, obrigados a fazer na vida de todos os dias a coleta do indivíduo, que diante desta grande perspectiva é quase um inseto. É no pantanal das indecisões e incompreensões que é preciso viver.
“Mas a Providência dá horas em que a garça voa, em que o homem de ideal voa também. São as consolações celestes, as recompensas e as horas em que a TFP (fundada por ele), por exemplo, pode abrir largamente as suas asas diante de todo o mundo e brilhar, refletindo na sua alvura e na pureza de seus ideais, no rigor de sua ortodoxia, no entusiasmo de sua dedicação, sem intuito de remuneração nem recompensa terrena, a santidade do próprio Deus, como a garça reflete o brilho do próprio sol.”
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
O Chapéu ainda sobrevive...
Nelson Ribeiro Fragelli

Esta visão é a de um homem ou de uma mulher portando chapéu nas movimentadas ruas de nossas megalópoles. O chapéu sobrevive como um sinal de distinção social. Ele oferece uma visão da antiga cortesia que gravitava em torno da dignidade da pessoa humana. Em se tratando do porte de chapéu, talvez não se devesse falar nos atuais dias em homem e mulher, mas em cavalheiro e dama.
Será razoável achar que o chapéu desperta — mesmo quando não se fixa a atenção nele — tantos movimentos de alma? Convido o leitor a fazer a experiência. Pergunte discretamente aos conhecidos e amigos, quando virem alguém portando chapéu, atravessando o Viaduto do Chá ou em passeio num fim de tarde em Copacabana. Ouça as opiniões. Discretamente as anote. Elas revelarão que estas considerações não estão longe da realidade.
* * *

A primeira objeção formulada contra o porte do chapéu neste segundo decênio do século XXI é tão banal que contra ela hesita-se em esgrimir. Os leitores de Catolicismo — conhecedores, portanto, de nossas posições contra-revolucionárias — dariam a ela fácil resposta. Vale a pena, entretanto, analisar a raiz de sua banalidade. Frequentemente a banalidade é a máscara usada por uma inconfessável e ferrenha oposição. O chapéu, diz esta objeção, tinha no início do gênero humano a finalidade de proteger a cabeça contra as intempéries, mas com o progresso essa finalidade se perdeu. Na cidade ou no campo, a tal ponto a modernidade criou meios tão mais eficazes para agasalhar a parte superior do corpo que o chapéu perdeu sua utilidade. Logo, portá-lo hoje seria dar mostra de atraso cultural ou de apego a uma moda irracional. Esta é a oposição feita pelos assim chamados espíritos práticos e funcionais ao atual uso do chapéu.
Esses espíritos não querem considerar que a cabeça é a parte mais nobre do corpo. Nela residem as faculdades que mais levam à cognição intelectual e, portanto, aquelas que mais influenciam a formação espiritual. A cabeça foi posta pelo Criador no alto do corpo, de onde ela comunica sua dignidade, através dos séculos, à indumentária que a protege, assim como a dignidade do rei se transmite a seus próximos servidores. Diferentes épocas em países diversos conferiram ao chapéu formas, dimensões, cores e adornos indicativos da dignidade de quem o portava. Essa indumentária tornou-se, pois, um símbolo. Desse símbolo o chapéu, tal como hoje existe, é um depauperado, mas digno herdeiro, sustentado pelo bom gosto de muitos que não permitem seu desaparecimento. Ele é apenas uma exterioridade. Mas, conforme Plinio Corrêa de Oliveira, uma “exterioridade que revela, através dos sentidos, uma essência misteriosa, recôndita, de caráter simbólico, nela existente”.

Winston Churchill
De que adianta à conduta de cada um a procura desses símbolos? Os observadores mais penetrantes da personalidade de Winston Churchill diziam que “ele via, nos seres e nas situações, símbolos fora do tempo que encarnam princípios eternos e brilhantes”. Esses mesmos princípios lhe deram força nas horas trágicas da luta contra o hitlerismo, sustentando-a quando tinha como recompensa apenas“sangue, suor e lágrimas”.
* * *

Assim como o barrete é portado pelo sacerdote para exprimir a misteriosa virtude do mediador entre Deus e os homens, o chapéu, portado com dignidade, evoca gestos e atitudes integrantes de uma verdadeira liturgia social, necessária aos atos humanos numa sociedade cristã. Num e noutro, no barrete e no chapéu, o católico deve “procurar algo que não é seu aspecto prático — algo que os espíritos que adoram o prático e a vida terrena chamarão de ‘coisa inútil’ —, ele deve procurar princípios que dão o sentido da vida e preparam a alma para o Céu” (Plinio Corrêa de Oliveira).
domingo, 14 de agosto de 2011
A nossa travessia da vida e a santidade
Uma das incontáveis qualidades com a qual Plinio Corrêa de Oliveira encantava seus ouvintes era a capacidade extraordinária de relacionar as coisas da vida com uma realidade superior.
Nada mais aprazível para as pessoas que sabem elevar sua alma e planar nos horizontes mais elevados do que interpretar as “mensagens” com as quais Deus inundou o mundo criado por Ele.
Numa tentativa de imitar, sem a menor pretensão de me equiparar, a grande Águia do Espírito que foi Plinio Corrêa de Oliveira, arrisco um comentário sobre o segundo clipe abaixo, que me dessedentou a alma como, num dia de forte calor, faz um bom copo de água fresca e cristalina.
A maneira como o navio, literalmente, fura as ondas e as vence, uma após a outra, se parece com a travessia da vida na qual estamos todos engajados.
Cada um de nós conduz o seu barco – sua alma – na tentativa de vencer as tempestades e as agruras incontáveis que aparecem à nossa frente. Quem chegará ao porto sem naufragar?
A sensação de tristeza que dá o afundamento de um navio, lembra uma alma que se entregou aos vícios e pecados, abandonou a luta da vida e naufragou aos olhos de Deus.
Porém, contemplando o navio na tempestade – no clipe abaixo - podemos fazer uma analogia entre o seu calado e os princípios mais firmes, inegociáveis, que furam mais impetuosamente o ataque das águas.
A proa, parte mais elevada reflete a altaneria com a qual a pessoa enfrenta e desafia as ondas da vida, por vezes mais altas do que o próprio navio; tem algo que lembra o cavaleiro com a lança em riste.
O corpo do navio simboliza a estrutura moral da alma fiel, intransigente consigo mesma e com as seduções do mundo, segura de suas convicções, inabalável diante dos ataques continuados que a vida traz consigo.
Por fim há a ponte, local onde está o timão e onde opera o capitão, a qual poderíamos comparar à Fé, que está na parte mais alta da alma, que inspira o rumo certo por cima da tempestade e que garante ao navio não virar de lado para que não se torne vulnerável ao ataque das ondas evitando o seu afundamento.
A luta contra as ondas é cheia e risco sem o qual não haveria glória em vencer. É precisamente o risco imenso que torna a cena tão admirável.
O navio que atravessa todas as tempestades e todas as ondas gigantescas e chega ao porto vitorioso, simboliza o maior dos êxitos a ser colhido no final da vida, a santidade. Fruto que só se colhe com a ajuda do sobrenatural proporcionada pelo próprio Deus por meio e Maria Santíssima.
Para isso todos nós nascemos, e é o que Deus mais quer de nós.
Peçamos a Ele por meio de Nossa Senhora as graças necessária para vencermos essa travessia da vida. Sobretudo neste mundo tão cheio de insídias e tão mais difícil de não naufragar.
Isso é realização. O resto é ilusão e aflição de espírito.













